Senior old woman desperate over the bills she has to pay, worried and with headache
Um idoso que acaba se endividando sabe o quanto é complicado sair do vermelho. A diminuição do salário por conta da chegada da aposentadoria pega muitas pessoas de surpresa e a dificuldade para reorganizar os gastos nem sempre é bem-sucedida.
De acordo com levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), o Brasil tinha 62,08 milhões de consumidores negativados em janeiro de 2019, sendo que 32,8% correspondiam a idosos com idade entre 65 e 84 anos.
Em muitos casos, a dificuldade de arcar com as parcelas do crédito consignado, seja para o uso próprio, seja para terceiros, é um dos motivos pelos quais os idosos não conseguem sair do vermelho. Somam-se a isso as despesas que tradicionalmente aumentam com a chegada da idade, como plano de saúde e remédios de uso contínuo ou esporádico.
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Sem uma assistência para regularizar a situação, os idosos entram numa bola de neve, fazendo com que os juros tornem o montante a pagar cada vez maior. Mas sabia que não é impossível sair do vermelho? Com algumas dicas de educação financeira, você pode reorganizar a rotina financeira e, aos poucos, tirar este grande peso das costas.
Neste artigo vamos ajudar você a rever as formas como administra o dinheiro e, dessa forma, trilhar o caminho certo para sair do vermelho.
Vamos às dicas:
Antes de começar a pagar as dívidas, você precisa saber quanto realmente deve. Consulte seus devedores para obter o valor certinho e faça a soma.
Por que você está endividado? Como seu dinheiro é gasto ao longo do mês? Para obter estas respostas, escreva em um papel ou na tela do computador todos os gastos que você teve ao longo do mês. Até mesmo os supérfluos. Assim saberá exatamente para onde o seu dinheiro vai.
Feito o diagnóstico, enumere as contas que você não pode deixar de pagar (água, luz, condomínio, telefone, plano de saúde e remédios). Você deve sair do vermelho e planejar o pagamento das suas dívidas sem contrair outras.
Sim, essa parte é bastante desafiadora, mas é necessária se você quer realmente sair do vermelho. Veja os supérfluos que podem ser cortados (trocar o Uber pelo ônibus – já que existem as gratuidades para idosos –, parar de tomar café da manhã na padaria vários dias na semana, comprar guloseimas demais, ou outro gasto que não faça tanta falta).
Mostre-se disposto a pagar a dívida e veja a possibilidade de reparcelar o montante com valores que realmente vão caber no seu bolso. Vale também aproveitar os feirões para sanar as dívidas, pois eles costumam oferecer descontos bem interessantes.
Todo mundo precisa de uma reserva de emergência. Por isso, pense em investimentos que possam fazer seu dinheiro render. Converse com gerentes e experts em finanças para saber quais os melhores investimentos para idosos.
Viu? Sair do vermelho não é uma tarefa impossível. Siga estas dicas, organize suas finanças e prepare-se para ter uma vida financeira mais saudável!
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