A portrait of adult hipster son and senior father sitting on floor indoors at home.
Uma gestão financeira de qualidade exige muita atenção. Um erro, por menor que seja, pode resultar em endividamento e dores de cabeça por longos anos.
Cuidar do próprio dinheiro é algo que se aprende ao longo dos anos. Na infância e adolescência a pessoa já começa a ter as primeiras noções, uma vez que é necessário administrar corretamente a mesada para que ela dure até o fim do mês. Ao começar a trabalhar, a gestão financeira é aprimorada, pois as responsabilidades aumentam.
Os anos vão passando e a experiência no assunto vai ganhando novos patamares. Mas aí chega a fase na qual o cansaço físico e alguns problemas de saúde, principalmente os neurológicos, vão incapacitando a pessoa de cuidar adequadamente do seu próprio dinheiro.
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A resposta é: depende. Este processo é bastante delicado, até mesmo porque muitos idosos não aceitam que já não possuem a mesma atenção e a habilidade de antes para fazer a gestão financeira.
Há quem aceite esta transição sem percalços (até acha melhor ter alguém para cuidar deste assunto). Porém, para alguns idosos que sempre foram independentes ou geriram muito bem a função de chefe de família, deixar de ficar à frente da administração das suas finanças é como assinar um atestado de incapacidade, o que gera sentimentos como tristeza e depressão.
Em outras situações o próprio familiar percebe que o idoso está com dificuldade na hora de fazer contas, assinar cheques e digitar a senha do cartão e se oferece para ajudar.
De qualquer forma, é importante que a delegação da gestão financeira seja feita à base de muita conversa e paciência.
Vamos deixar aqui algumas dicas de como fazer estar transição de gestão financeira de maneira correta e sem estresse:
O idoso deve escolher uma pessoa da família que ela confie plenamente para que possa assumir a gestão do seu dinheiro com total responsabilidade. Finança é algo bastante sério e precisa ser administrada por alguém com real conhecimento e sem más intenções.
Ao identificar a pessoa que fará a gestão financeira, o idoso deve detalhar todas as suas receitas (INSS e outros) e despesas (luz, água, gás, telefone, supermercado, convênio, supermercado, remédios, entre outros). O novo gestor pode cuidar de cartões e senhas ou, se o idoso ainda puder assinar, pegar um cheque assinado quando for necessário efetuar alguma compra.
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Para facilitar a gestão financeira e evitar multas por atraso, o nosso responsável pelas finanças deve colocar todos os pagamentos possíveis em débito automático, principalmente os básicos (luz, água, telefone).
É importante que o idoso esteja em contato constante com o novo gestor, para saber como andam as suas finanças e dar orientações sempre que necessário.
Delegar uma gestão financeira pode gerar apreensão por parte do idoso, mas seguindo essas dicas, o processo pode se tornar mais leve e confiável. Mais cedo ou mais tarde, será necessário contar com ajuda para evitar problemas financeiros!
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